A Coordenadora de Comunicação e Marketing da BRSA, Marcella Ferrari, concedeu uma entrevista reveladora sobre a criação do livro da WayCarbon.
Durante a entrevista para o Insights BRSA, Marcella conta os bastidores da concepção do material, a conquista dos principais resultados e a reação dos executivos da WayCarbon ao receberem a sugestão.
Não perca nenhum detalhe!

BRSA – Qual foi o contexto ou inspiração por trás da criação do livro da WayCarbon?
Marcella – Eu desejava criar algo que reforçasse a solidez da parceria. Naquela época, eu estava concluindo meu mestrado e tinha acabado de receber a cópia impressa da minha dissertação. Portanto, pareceu-me uma boa ideia ter algo impresso para consolidar a jornada do ano, que foi extremamente significativo para o cliente.
Com isso, achei que essa foi uma ótima oportunidade para criar um produto que agregaria valor tanto para a WayCarbon quanto para a BRSA, ao mesmo tempo, em que nos forneceria mais um estudo de caso para exibirmos. Além disso, acredito firmemente que é importante documentar o que fazemos para gerar memórias duradouras, e estou muito feliz em concretizar esse objetivo.
BRSA – Qual foi o sentimento que a equipe da WayCarbon teve quando recebeu a notícia sobre a construção de um livro físico?
Marcella – A cliente não esperava, tanto que ela se emocionou. Existe um peso diferente, né? No fluxo do nosso trabalho de assessoria de imprensa, temos ali mensalmente os relatórios, em que destacamos os bons resultados que conquistamos mês a mês. Do lado do cliente, ele registra os clippings, produz a newsletter, mas é bem diferente ter a materialização de tudo que foi feito em um compilado, ou seja, um livro contando a história de tudo.
Diante desse contexto, posso dizer que a recepção foi ótima. O CEO da WayCarbon é colecionador de livros, ele tem muitas obras raras e o nosso livro ficou na biblioteca particular dele. Foi algo extremamente bem-visto internamente por todos, principalmente pelo marketing, que está conosco no dia a dia da operação. Estou bem orgulhosa, pois foi um jeito de destacar o ano de 2022, que para o cliente foi um marco.
BRSA – Quanto tempo o material levou para ser produzido?
Marcella – Todo o projeto foi construído em cinco meses. Do final de outubro até o começo de março. Assim que nós definimos a ideia e validamos com a diretoria da BRSA, mandamos todos os resultados de imprensa para o Francisco (mais conhecido como Thesco), nosso Designer, que fez a diagramação do livro e pesquisou o orçamento para o material impresso. Nós, da assessoria, aprovamos a arte, corrigimos o que precisava e levamos o material para a gráfica, que transformou a obra em mídia física. A partir daí, presenteamos as pessoas envolvidas com a obra impressa.
BRSA – Qual é a importância do material, tanto para a BRSA quanto para a WayCarbon?
Marcella – Para construir algo consistente, sempre é necessário um grande investimento de tempo. No caso da WayCarbon, a ideia para este livro começou a ser desenvolvida em outubro do ano passado, porém, já estamos atendendo a empresa desde 2019. São quatro anos trabalhando em parceria com o cliente, até alcançar o ponto em que ele se torna referência no mercado. É extremamente importante sistematizar a organização da memória, para que possamos compreender de onde viemos.
Isso é relevante, pois permite ao cliente perceber o seu verdadeiro impacto no mercado e facilita a compreensão do processo de construção da reputação da própria marca. Embora estejamos habituados a celebrar personalidades de forma efêmera na internet, sabemos que trabalhar em prol da percepção de autoridade de um cliente exige tempo e dedicação, semelhante ao preparo de um maratonista.
Quando atingimos esse patamar de reconhecimento com um porta-voz, transcendemos o valor da entrega diária de resultados de imprensa para o posicionar ativamente como agente no debate público, responsável por contribuir com os rumos das discussões que impactam o setor de atuação e a sociedade.
Falando sobre ESG, que é ao mesmo tempo vitrine e vidraça, a responsabilidade é ainda maior, dado o contexto de crise climática global em que vivemos.
BRSA- De todos os resultados que estão no livro, qual ou quais foram os seus favoritos?
Marcella – Foram vários momentos impactantes para a WayCarbon. Um deles foi o perfil que o Valor Econômico fez da empresa, algo que não é comum para uma mídia empresarial no mercado B2B. Ver a WayCarbon sendo destacada como um case de sucesso foi muito emocionante.
Outro momento marcante foi a estreia da WayCarbon na Reuters. Foi uma oportunidade para chamar a atenção do jornalista especializado em clima global da Reuters para o Brasil, e a empresa pôde falar sobre suas prioridades e o que poderia ser decidido na COP. A porta-voz da WayCarbon foi citada ao lado de uma das principais referências na área, o que repercutiu positivamente.
Um momento inusitado surgiu a partir de uma dica do marketing sobre um novo decreto de regulamentação do mercado de carbono. Nossa equipe de assessoria aproveitou a oportunidade para contatar o CEO, que estava em Brasília discutindo o material. Como ele é doutor no tema e tinha acesso a esse conteúdo exclusivo, a empresa conseguiu sete entrevistas com jornalistas interessados em sua opinião sobre o assunto. No final, o CEO ainda publicou um artigo exclusivo para a Exame, mostrando o conhecimento da empresa sobre o tema. Foi um episódio que rendeu muito para a WayCarbon.
BRSA – Quais foram os desafios para chamar a atenção dos jornalistas para o seu cliente?
Marcella – Acredito que o primeiro passo é estudar cuidadosamente o cliente e entender suas potencialidades, vulnerabilidades, concorrência e diferenças, além de conhecer bem a imprensa.
No caso da WayCarbon, meu compromisso com o ativismo ambiental me permitiu uma ambientação mais fácil na empresa, mas somente isso não foi necessário. Tive que fazer um estudo aprofundado, analisando a biografia de cada porta-voz, identificando oportunidades de oferta no mercado e entendendo o que a imprensa desejava ouvir. Com isso em mente, agendei entrevistas, chamadas de relacionamento e comecei a produzir materiais para eles, sempre considerando o que é prioritário para o negócio, para a imprensa e o quão relevante aquele conteúdo é como fonte de informação.
Este desafio é contínuo e se torna cada vez mais complexo. Atualmente, os principais jornalistas de ESG conhecem a WayCarbon, mas é preciso continuar produzindo conteúdo relevante e atualizado. Por isso, esse exercício nunca para. Hoje em dia, já conheço o potencial dos porta-vozes, mas é preciso atualizar o que é importante para a opinião pública e que é prioridade para o cliente publicar.
BRSA – Você acha que a partir de agora essa produção de livros será tendência para outros clientes?
Marcella – Eu considero que seria muito interessante investirmos nessa ideia. Embora seja um investimento caro em termos financeiros e de tempo das pessoas envolvidas, entendo que seja uma maneira de nos destacarmos da concorrência. Os clientes e prospects desejam resultados concretos, e por isso acredito que essa seja uma exibição fundamental. Além disso, essa iniciativa pode ter o potencial de atrair mais vendas por meio de um conteúdo de qualidade.

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